Não sabemos o sexo mas sabemos o time!  (Publicado com o Instagram)

Não sabemos o sexo mas sabemos o time! (Publicado com o Instagram)

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O diálogo de todo dia na padaria, no supermercado, na farmácia, na praia, no elevador…

- Já sabe se é menino ou menina? 
- Não, só vou saber quando nascer. 
- Mas você vai aguentar??? 
- Vou.
- Mas você não fica curiosa? 
- Não.
- Mas você não tem preferência? 
- Não.
- Mas e para comprar as coisas? 
- Só não comprar nada rosa de lacinho. De resto… 
- Mas e se o médico falar sem querer? 
- Não vai acontecer, não se preocupe. 
- Mas no fundo você sabe o que é né? 
- Não, não faço a mínima. 
- Mas você não sentia que era uma menina da primeira vez? 
- Não, achava que era um menino.  
- Você está ____ (colocar aqui qualquer adjetivo). É um(a) menino(a)!
- Acho que você tem razão hein…


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Para o enjoo, água com gás bem gelada, limão e cubos de gelo. Para a alergia na pele, sabonete de calêndula. Para hidratar a barriga, Clarins Stretch Mark Control (super presente que eu amei <3). Para acalmar e cuidar, vitaminas, homeopatias e pomadas Weleda. Para fortalecer, Ferro. Tudo acompanhado por uma obstetra humanizada. Só não consegui achar solução para o mau humor que toma conta de mim no fim da manhã e no começo da noite.

O bebê está grande para a idade, os órgãos estão todos formadinhos e o coração corinthiano bate forte. A Maria Clara mal pode esperar para ser irmã mais velha. 

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Estou apaixonada por um coração de 4 milímetros. 

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Amanhã é dia de eleger um novo presidente para o Corinthians. Um dia para refletirmos sobre o que é o futebol, no que se transformou o nosso querido clube e como a sociedade encara a política de maneira geral.

Se somos uma nação (como gosta de chamar o departamento de marketing) deveríamos ter mais influência sobre o que acontece lá dentro. São os torcedores que passam frio, fome, sede, enfrentam a truculência da polícia, gastam o que não tem para ver o time jogar.

Para mim seria muito fácil fechar os olhos diante dessa situação. O meu acesso aos estádios melhorou, de fato. É simples entrar no site, pagar o ingresso com meu cartão de crédito, sentada no sofá. É fácil pagar a anuidade do Fiel Torcedor, divido em várias vezes e nem sinto as parcelas, custa o mesmo que um rodízio de sushi. Também não é um grande sacrifício ir de carro para o estádio, comprar um hot dog para a minha filha, comer uma pipoca. Eu poderia pensar “poxa, há alguns anos eu mataria por um copo d´água, hoje eu resolvo meu problema levando um dinheiro a mais pro jogo”. Mas e quem não tem internet? E pra quem os 100 reais anuais fazem diferença? E pra quem já teve que torrar o seu suado salário com passagens de ônibus e ingresso e não conseguiu almoçar?

É por essas pessoas, é pela essência do Corinthians, que eu digo NÃO à esta elitização. Infelizmente nenhum desses candidatos vai pensar nisso. E enquanto cada um estiver tomando conta do próprio umbigo, nada vai melhorar.

O que vemos no SCCP é um reflexo do que acontece em todos os outros setores. Um bom exemplo é a estrada que eu sou obrigada a pegar cinco vezes por mês para vir pra São Paulo, a Imigrantes. Ela é excelente. Tem telefone, câmera de segurança, faixas iluminadas, ambulâncias. E o pedágio custa quase 20 reais. Quem não quer gastar isso pra ver o mar que se contente com São Paulo. Ou no meu caso, que não visite a família. Isso está certo?

Vamos acordar! Ninguém precisa escolher entre o barato e péssimo e o caro e ótimo. Se o dinheiro for investido da maneira correta, dá pra todo mundo ser tratado com respeito e dignidade sem ter que pagar a mais por isso.

Corinthiano, manifeste-se. Compareça aos jogos, exija seus direitos, conheça a torcida, não engula tudo o que a mídia diz.

Sócio do clube, independentemente da sua escolha, cobre o seu candidato. E quando fizer isso, não pense só no seu conforto, na sua camisa nova, no churrasco, na cerveja, nos favores. Se imagine como um representante de milhares de corinthianos que não têm voz lá dentro. Seja a voz deles, lute por eles.

E vai Corinthians!

Imagem: Fiel do Morro

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Ontem foi um daqueles dias para serem apagados do calendário. Discussões bobas, muitas tarefas, muito calor, muito trabalho, muitas contas pra pagar, casa bagunçada, marido doente, filha cansada, tudo ao mesmo tempo. O que eu menos esperava é que naquela olhadinha rápida no Facebook antes de dormir eu fosse ver uma família de gatinhos abandonados pedindo socorro. Eles foram encontrados por uma moça numa avenida perto de onde moramos. O resultado é óbvio. Eles estão aqui, sãos e salvos, com água, comida e caminha. 

Não temos tempo sobrando pra eles. Nem espaço. Nem dinheiro. Temos uma criança, um gato e um cachorro enorme morando num apartamento. Mas não são as dificuldades que nos movem. Quando você sai da zona de conforto e começa a se questionar, simplesmente não dá para ficar parado. Você arranja tempo, monta um espaço, pede ajuda. Sempre tem uma pessoa disposta

É difícil ser assim? Depende de como se enxerga. Abrigar um bicho, criar uma criança sem palmadas, amamentar exclusivamente, planejar um parto natural, alimentar animais com comida de verdade, não dar antitérmicos para o filho com febre, escolher uma educação democrática, participar de um protesto, subir num morro para cobrar a diretoria do seu time, participar de campanhas do agasalho, fazer uma festa de Natal para crianças carentes, separar o seu lixo, pensar sobre o que se coloca no prato, tentar entender a política do seu país, tudo isso dá muito trabalho. Mas eu acredito no que eu faço e fico feliz quando percebo que eu não engoli qualquer bobagem, que eu não fechei os olhos pra nenhuma situação, que eu estou viva na sociedade, que eu fiz o que pude*. 

Então em breve os gatinhos estarão disponíveis para adoção. Eles serão entregues castrados e precisam de um lar seguro. 

*um marido, uma mãe e amigos incríveis tornam essas escolhas possíveis :)

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Em 2012 eu quero: 

  • Comer mais orgânicos;
  • Fazer exercícios; 
  • Entrar mais vezes no mar; 
  • Assistir mais filmes; 
  • Ler mais; 
  • Usar esmaltes diferentes; 
  • Sorrir mais; 

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Suco de laranja, cama e chocolate.

Eles tomam conta de mim.  (Taken with instagram)

Eles tomam conta de mim. (Taken with instagram)

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Nina Simone, café e lágrimas.